É véspera de Ano Novo e sinto que meu querido blog merece saber que eu gosto muito dele. Querido blog, quero que saiba que você é o domínio online mais bonito que existe. Apesar de simples, gosto muito de ti. Você me ajuda a ficar bem nos momentos mais difíceis de minha vida. Ninguém liga para você, só eu. Mas eles não sabem que você é lindo como meus pensamentos, mas você é.
Você é uma parte de mim. Aliás, fui eu a pessoa quem te criou. Você é fruto meu. Ah, calma, acho que não dá para ser parte de mim e ser fruto meu ao mesmo tempo. Se bem que uma maçã é parte de uma macieira. Pensando bem, dá sim, ignore esse parágrafo. Ignore, não finja que não existe. Não apaguei porque sabe muito bem que somos um de pensamento e de alma.
Creio que já sabe que não espero que ninguém leia isso. Espero que você entenda que é importante para mim, só isso. Sem você na minha vida, eu seria como um bloco de 50kg de gesso, só que sem 1g a mais de gesso que eu teria com você nela. Eu seria um C6H12O6, só que mais feio. Eu seria como o céu sem arco-íris (só que não, teria arco-íris sim, adoro cores). Viu como você é importante? Espero que entenda a grandeza do meu amor por todos os seus 0 e 1s.
Com amor, Eu.
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Atenção!
Atenção, meu caro leitor. Se por algum acaso chegou até esse blog por X motivos, espero que não se atreva a ler nada que contenha nele a não...
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Paz Momentânea
No momento sinto uma paz muito grande. Converso com os amigos num grupo do Face enquanto ouço Esquadros de Adriana Calcanhotto. Conversa gostosa, bela música, belo momento. Me sinto feliz.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Pornografia
Eu estava aqui, sentado, pensando em ver pornografia. Mas me dei conta de que não sou tão fã da pornografia. E quando digo pornografia, digo os vídeos pornográficos (e não os ensaios fotográficos de mulheres solo, esses me agradam). Isso porque a pornografia em si é muito irreal. O que é apresentado nas cenas é, muitas vezes, distante da verdadeira eroticidade e do tesão. Assistimos ilusões.
E pense melhor. Os filmes pornô estão em todos os cantos. Existem tantos sites pornô quanto moradores em São Paulo (Insert Pleonasmo to Play), é impressionante, isso. Mas, com uma quantidade tão grande e, sendo essa quantidade relativamente proporcional à demanda que temos, visto que a gente vê pornô para cacet*, não resta dúvidas de que a pornografia é uma das coisas que mais determinam padrões de beleza e de corpo.
Pasmem, mas não é nada raro ver mulheres que não gemem daquela forma, orgasmos ocorrendo em menos de cinco minutos após a penetração, pênis menores do que 15cm e órgãos genitais com uma quantidade mais do que suficiente de pelo. Isso só não é tão visível porque os filmes pornôs raramente apresentam esse tipo de modelo. São sempre os modelos ideais. E isso é estranho.
Há ainda outros problemas, como por exemplo, a qualidade. Vemos sempre as mesmas sequências de posições, os mesmos gemidos, os mesmos padrões de mulheres, as mesmas histórias. Digo, é uma mesmice tão grande, um bis tão sem fundo, que é estranho continuar a procurar por outros filmes se, sabendo o título de dois ou três, você já tem a fórmula geral.
Há ainda um complexo social que determina o que é bom e o que é ruim. O que temos, no fundo, é um sistema de buscas horrível, que nos mostra qualquer coisa que tenha milhares de visualizações ou que acabou de sair do forno (do forno de qualquer computador, inclusive). Esse espaço aberto onde qualquer um pode postar qualquer coisa determina muitas coisas. Determina até mesmo uma espécie de "personalidade" para os sites. XVideos, por exemplo, tem fama de ter péssima qualidade em grande quantidade. RedTube tem fama de ter boa qualidade, mas ser um site muito pesado. E isso é relativo, gosto não se discute, nunca se discutiu, não é na pornografia que o ideal tem que ser diferente.
Tenho tanta coisa para falar, mas estou com preguiça de me organizar. Nem revisei o que acabei de escrever, assim como o fiz em diversos outros posts anteriores, me perdoe por isso. Ou não, sei lá, você que sabe. Vou escrever a parte 2 um dia.
E pense melhor. Os filmes pornô estão em todos os cantos. Existem tantos sites pornô quanto moradores em São Paulo (Insert Pleonasmo to Play), é impressionante, isso. Mas, com uma quantidade tão grande e, sendo essa quantidade relativamente proporcional à demanda que temos, visto que a gente vê pornô para cacet*, não resta dúvidas de que a pornografia é uma das coisas que mais determinam padrões de beleza e de corpo.
Pasmem, mas não é nada raro ver mulheres que não gemem daquela forma, orgasmos ocorrendo em menos de cinco minutos após a penetração, pênis menores do que 15cm e órgãos genitais com uma quantidade mais do que suficiente de pelo. Isso só não é tão visível porque os filmes pornôs raramente apresentam esse tipo de modelo. São sempre os modelos ideais. E isso é estranho.
Há ainda outros problemas, como por exemplo, a qualidade. Vemos sempre as mesmas sequências de posições, os mesmos gemidos, os mesmos padrões de mulheres, as mesmas histórias. Digo, é uma mesmice tão grande, um bis tão sem fundo, que é estranho continuar a procurar por outros filmes se, sabendo o título de dois ou três, você já tem a fórmula geral.
Há ainda um complexo social que determina o que é bom e o que é ruim. O que temos, no fundo, é um sistema de buscas horrível, que nos mostra qualquer coisa que tenha milhares de visualizações ou que acabou de sair do forno (do forno de qualquer computador, inclusive). Esse espaço aberto onde qualquer um pode postar qualquer coisa determina muitas coisas. Determina até mesmo uma espécie de "personalidade" para os sites. XVideos, por exemplo, tem fama de ter péssima qualidade em grande quantidade. RedTube tem fama de ter boa qualidade, mas ser um site muito pesado. E isso é relativo, gosto não se discute, nunca se discutiu, não é na pornografia que o ideal tem que ser diferente.
Tenho tanta coisa para falar, mas estou com preguiça de me organizar. Nem revisei o que acabei de escrever, assim como o fiz em diversos outros posts anteriores, me perdoe por isso. Ou não, sei lá, você que sabe. Vou escrever a parte 2 um dia.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
OVNIs
E se nesse milênio o planeta Terra perdesse todos os recursos, mas a raça humana conseguisse criar vida em outros planetas com condições parecidas com a da Terra original, mas, com uma tecnologia avançada o suficiente para construir naves planas com capacidade de viajar no tempo e, voltando no tempo, o capitalismo ainda existente levasse quem quisesse numa viajem pelo tempo para pontos turísticos no passado?
Isso explicaria o constatamento de OVNIs no Egito Antigo, o Stonehenge (Talvez um templo criado pelos antepassados para agradar a coisas voadoras de metal?), rápida evolução de certas sociedades ou até mesmo os constantes relatos de hoje em dia. Eu adoro meu cérebro.
Isso explicaria o constatamento de OVNIs no Egito Antigo, o Stonehenge (Talvez um templo criado pelos antepassados para agradar a coisas voadoras de metal?), rápida evolução de certas sociedades ou até mesmo os constantes relatos de hoje em dia. Eu adoro meu cérebro.
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