Salut. Aujourd'hui je vais bien essayer écrire un post en français. Tous les mots, chaque une. Et je veux dire que, pardez-moi parce que d'abord, je ne suis pas courant en français, je suis dans un niveau intermediaire, puis beaucoup des mots seront tort et beaucoup des phrases seront simples. Dés que c'est expliqué, déjà, on y va!
Cela concerta les éssayes minables. Mais qu'est-ce que signifique cela, un éssaye minable? Bien, un essaye minable est un concept que j'ai crée pour tout cela qu'on essaye faire et que simplement, ne va pas bien. Cela peut concerner n'importe que chose: lire un livre, faire cette course dans la facul, commencer a dater avec cette copine mignone de sa classe, enfin! Les éssayes minables sont en tous les endroits, en tous les actions et en tous les gens.
Le problème d'éssaye minable n'est ni même le fait de sa existence, parce que les erreurs sont nécessaiers. Le problème c'est qu'on peut pas les éviter quand nous les besoin le plus. Par example, on peut fait des erreurs dans la cuisine quand nous étions tous seules, comme en laisser le pain avec beurre tomber sur le sol (avec la beurre dans la part de bas, bien sûr, parce que c'est la régle du monde). C'est normal et personne s'importe pas! Parce qu'il n'y a pas personne pour s'importer. Mais quand vous êtes en public, dans un group d'amis par example, et vous essayez de faire une blague. Réelement sans grâce. Cela... Cela fait mal.
C'est un vrai mistérie.
Postagem em destaque
Atenção!
Atenção, meu caro leitor. Se por algum acaso chegou até esse blog por X motivos, espero que não se atreva a ler nada que contenha nele a não...
terça-feira, 20 de setembro de 2016
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Gooey (inglês)
Most of this discussion post is for my english. Even though I speak it fearly well, I have to train it, so let's start it already, ok?
(P.S. Since the purpose is to train my english, I can't revise my text so expect a lot of mistakes, my dear)
Well, that happened again. I'm addicted to a specific music. I mean, usually I get addicted for three or five days, but this one starts to act differently, I've been addicted on this music for a week already. That's a pretty crazy record, I may say. And everything about this music is at least good. The lyrics are not like the Imagine Dragon and Stromae's ones, but yet, they are fine. Perhaps the best part is definitively the rhythm. It's pure monotomy and totally contagious, very dancing and super calm, it's like drinking tea with coke.
Just now I was thinking about songs, melodies and rhythms and I just asked to my own buttons: "Why the heck getting addicted to a specific music? There are so many out there and many of them are awesome. Also, why don't we get addicted at it forever? And even more, why thinking about its end helps us to forget it more easily?" Well, this last question isn't so hard, it's associated with the way the brain works. I'll not get in the details, though.
But why the music thing? Well, first of all, there's obviously a lot of relations with the person's musical preferences. Sometimes certain melodies appeal for us, and sometimes quite a lot of them doesn't. According to me, my person and myself, this appealing is actually your brain recognizing the difference in the specific music. Sometimes we got out of our "Known Zone". It's not associated with the comfort zone, but a new zone, where you know everything is there, not importing if you like or not everything/something there. It's just what you know.
A music that is out of this zone appeals for us, because of something they are. New? No, it's not associated with how your brain recognizes something new, but how it recognizes something different. Also, they don't stay in your brain forever because they will eventually get boring. It happened with me once, I listened to the Racine Carée and Cheese albums, from Stromae for quite a while, 1 month just listening to him. For the next six months I couldn't hear it anymore because I didn't like it. Then, in the next month, I got addicted to Je Cours, Sommeil and Batârd for a entire week. It happens. It's our brains, they work like that and it's not their fault.
That's it, I guess.
(P.S. Since the purpose is to train my english, I can't revise my text so expect a lot of mistakes, my dear)
Well, that happened again. I'm addicted to a specific music. I mean, usually I get addicted for three or five days, but this one starts to act differently, I've been addicted on this music for a week already. That's a pretty crazy record, I may say. And everything about this music is at least good. The lyrics are not like the Imagine Dragon and Stromae's ones, but yet, they are fine. Perhaps the best part is definitively the rhythm. It's pure monotomy and totally contagious, very dancing and super calm, it's like drinking tea with coke.
Just now I was thinking about songs, melodies and rhythms and I just asked to my own buttons: "Why the heck getting addicted to a specific music? There are so many out there and many of them are awesome. Also, why don't we get addicted at it forever? And even more, why thinking about its end helps us to forget it more easily?" Well, this last question isn't so hard, it's associated with the way the brain works. I'll not get in the details, though.
But why the music thing? Well, first of all, there's obviously a lot of relations with the person's musical preferences. Sometimes certain melodies appeal for us, and sometimes quite a lot of them doesn't. According to me, my person and myself, this appealing is actually your brain recognizing the difference in the specific music. Sometimes we got out of our "Known Zone". It's not associated with the comfort zone, but a new zone, where you know everything is there, not importing if you like or not everything/something there. It's just what you know.
A music that is out of this zone appeals for us, because of something they are. New? No, it's not associated with how your brain recognizes something new, but how it recognizes something different. Also, they don't stay in your brain forever because they will eventually get boring. It happened with me once, I listened to the Racine Carée and Cheese albums, from Stromae for quite a while, 1 month just listening to him. For the next six months I couldn't hear it anymore because I didn't like it. Then, in the next month, I got addicted to Je Cours, Sommeil and Batârd for a entire week. It happens. It's our brains, they work like that and it's not their fault.
That's it, I guess.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Tendência à Auto-Depreciação
De vez em quando nós nos sentimos tristes por razão nenhuma. Quando digo "nós" me refiro ao geral, é claro, não eu e você, especificamente. Mas sim, temos essa tendência. Diversas vezes me pergunto o porquê das pessoas estarem sempre tristes com coisas tão simples. Muitas vezes nós não ligamos para "coisas pequenas" e nem percebemos que nossos problemas são só umas das várias pequenas coisas sem aparente importância.
Sério, o que faz de você um humano distinto e especial? O que te faz pensar que pode ficar triste a toa? Não somos feitos para isso, não somos máquinas mal-programadas, somos seres exclusivos, complexos e determinados. Não digo que nenhuma tristeza tem sentido, só que algumas delas definitivamente não têm. Sinceramente, vamos todos morrer mesmo e no fim vamos ser iguais. Pó.
Isso se deve à falta de raciocínio do ser humano. O pensamento é uma atividade tão exclusiva e poder expressá-lo é a nossa pedra mais valiosa. Então por que se jogar aos prontos por conta de um único evento específico. Não vejo o porquê da tristeza no mundo a não ser a pouco vontade de pensar. E sinceramente, ver que os outros não pensam me deixa triste. Percebi que estou entre trogloditas.
E não, a ignorância não é algo ruim. Mas a falta de determinação para com a busca do conhecimento é algo necessariamente detestável.
Sério, o que faz de você um humano distinto e especial? O que te faz pensar que pode ficar triste a toa? Não somos feitos para isso, não somos máquinas mal-programadas, somos seres exclusivos, complexos e determinados. Não digo que nenhuma tristeza tem sentido, só que algumas delas definitivamente não têm. Sinceramente, vamos todos morrer mesmo e no fim vamos ser iguais. Pó.
Isso se deve à falta de raciocínio do ser humano. O pensamento é uma atividade tão exclusiva e poder expressá-lo é a nossa pedra mais valiosa. Então por que se jogar aos prontos por conta de um único evento específico. Não vejo o porquê da tristeza no mundo a não ser a pouco vontade de pensar. E sinceramente, ver que os outros não pensam me deixa triste. Percebi que estou entre trogloditas.
E não, a ignorância não é algo ruim. Mas a falta de determinação para com a busca do conhecimento é algo necessariamente detestável.
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Eu sou
Eu sou feito de matéria;
Eu sou um ser vivo;
Eu sou mais ou menos inteligente;
Eu sou um cara até um pouco talentoso;
Eu sou desatencioso;
Eu sou crente;
Eu sou desinteressado na maioria das outras pessoas;
Eu sou uma criatura dotada de uma estupidez sem procedentes;
Eu sou algo desimportante para o percurso do universo, assim com você;
Eu sou tão complexo quanto o estudo de vetores para pessoas que não são boas em física;
Eu sou alguém que certamente acha que as coisas seriam melhores sem outros "alguéns" aí a fora.
Eu sou um dentre muitas coisas que mudam com o tempo, sendo esse grupo de coisas tudo aquilo que existe, afirmando que certamente tudo mudará a partir do momento em que nada em sua extensão é infinito, nem mesmo o próprio tempo ou a própria matéria, o que coincide num fim iminente e imutável que certamente não nos dá uma afinidade ao prazer e que faz com que todas as suas birras de adolescente ou estresses de adulto sejam só mais uma pequena parcela de tudo aquilo que é menos necessário para o bom percurso da vida não só humana mas como o tempo de vida de tudo aquilo na própria existência e percurso natural do senso da physis.
Eu sou um ser vivo;
Eu sou mais ou menos inteligente;
Eu sou um cara até um pouco talentoso;
Eu sou desatencioso;
Eu sou crente;
Eu sou desinteressado na maioria das outras pessoas;
Eu sou uma criatura dotada de uma estupidez sem procedentes;
Eu sou algo desimportante para o percurso do universo, assim com você;
Eu sou tão complexo quanto o estudo de vetores para pessoas que não são boas em física;
Eu sou alguém que certamente acha que as coisas seriam melhores sem outros "alguéns" aí a fora.
Eu sou um dentre muitas coisas que mudam com o tempo, sendo esse grupo de coisas tudo aquilo que existe, afirmando que certamente tudo mudará a partir do momento em que nada em sua extensão é infinito, nem mesmo o próprio tempo ou a própria matéria, o que coincide num fim iminente e imutável que certamente não nos dá uma afinidade ao prazer e que faz com que todas as suas birras de adolescente ou estresses de adulto sejam só mais uma pequena parcela de tudo aquilo que é menos necessário para o bom percurso da vida não só humana mas como o tempo de vida de tudo aquilo na própria existência e percurso natural do senso da physis.
sábado, 3 de setembro de 2016
A Platonicidade do Não Ser
A Platonicidade do Não Ser é um termo que inventei faz alguns segundos. Ele basicamente serve para provar que o amor a primeira vista é na verdade um grupo de qualidades físicas das quais temos em mente como "perfeitas", "ideais" ou pelo menos "muito agradáveis". São essas qualidades físicas que atenuam na alma as mais profundas vontades e pensamentos.
Isso não é um amor platônico, visto que este seria um amor impossível. Mas as massas transformaram "amor platônico" em um quase sinônimo de "paixonite". Sendo assim, vou considerar que platônico, nesse sentido, seja aquilo que pode ou pode não ser duradouro, mas que se apresenta simples e indeterminado na instância presente.
Quando temos em mente uma pessoa ideal, não ficamos apaixonadas por ela porque em sã consciência temos certeza de que aquela pessoa não existe. Frutos da imaginação são só... Bem... Frutos da imaginação. Eles não merecem nenhum amor ou cuidado porque são só frutos da imaginação. Mas quando temos em mente uma pessoa da qual só ouvimos falar, a Platonicidade do Não Ser age em questão.
Em certos casos, há uma paixão que é determinada apenas pelo campo da visualização e não pelo campo visual. Ou seja, somente de ouvir os atributos físicos da pessoa, o indivíduo em questão já se encontra numa paixonite ou num "amor platônico". É relativamente raro, mas ocorre me certas ocasiões. A parte do "do Não Ser" se refere às probabilidades da importância que aquela pessoa vai dar à sua vida. As probabilidades de que uma relação aconteça ou que você mesma o/a conheça pendem a 0, o que torna o Não Ser mais provável do que o Ser, fazendo assim, que você se apaixone a atributos soltos e não a um indivíduo.
O amor existe?
Isso não é um amor platônico, visto que este seria um amor impossível. Mas as massas transformaram "amor platônico" em um quase sinônimo de "paixonite". Sendo assim, vou considerar que platônico, nesse sentido, seja aquilo que pode ou pode não ser duradouro, mas que se apresenta simples e indeterminado na instância presente.
Quando temos em mente uma pessoa ideal, não ficamos apaixonadas por ela porque em sã consciência temos certeza de que aquela pessoa não existe. Frutos da imaginação são só... Bem... Frutos da imaginação. Eles não merecem nenhum amor ou cuidado porque são só frutos da imaginação. Mas quando temos em mente uma pessoa da qual só ouvimos falar, a Platonicidade do Não Ser age em questão.
Em certos casos, há uma paixão que é determinada apenas pelo campo da visualização e não pelo campo visual. Ou seja, somente de ouvir os atributos físicos da pessoa, o indivíduo em questão já se encontra numa paixonite ou num "amor platônico". É relativamente raro, mas ocorre me certas ocasiões. A parte do "do Não Ser" se refere às probabilidades da importância que aquela pessoa vai dar à sua vida. As probabilidades de que uma relação aconteça ou que você mesma o/a conheça pendem a 0, o que torna o Não Ser mais provável do que o Ser, fazendo assim, que você se apaixone a atributos soltos e não a um indivíduo.
O amor existe?
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