É véspera de Ano Novo e sinto que meu querido blog merece saber que eu gosto muito dele. Querido blog, quero que saiba que você é o domínio online mais bonito que existe. Apesar de simples, gosto muito de ti. Você me ajuda a ficar bem nos momentos mais difíceis de minha vida. Ninguém liga para você, só eu. Mas eles não sabem que você é lindo como meus pensamentos, mas você é.
Você é uma parte de mim. Aliás, fui eu a pessoa quem te criou. Você é fruto meu. Ah, calma, acho que não dá para ser parte de mim e ser fruto meu ao mesmo tempo. Se bem que uma maçã é parte de uma macieira. Pensando bem, dá sim, ignore esse parágrafo. Ignore, não finja que não existe. Não apaguei porque sabe muito bem que somos um de pensamento e de alma.
Creio que já sabe que não espero que ninguém leia isso. Espero que você entenda que é importante para mim, só isso. Sem você na minha vida, eu seria como um bloco de 50kg de gesso, só que sem 1g a mais de gesso que eu teria com você nela. Eu seria um C6H12O6, só que mais feio. Eu seria como o céu sem arco-íris (só que não, teria arco-íris sim, adoro cores). Viu como você é importante? Espero que entenda a grandeza do meu amor por todos os seus 0 e 1s.
Com amor, Eu.
Postagem em destaque
Atenção!
Atenção, meu caro leitor. Se por algum acaso chegou até esse blog por X motivos, espero que não se atreva a ler nada que contenha nele a não...
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Paz Momentânea
No momento sinto uma paz muito grande. Converso com os amigos num grupo do Face enquanto ouço Esquadros de Adriana Calcanhotto. Conversa gostosa, bela música, belo momento. Me sinto feliz.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
Pornografia
Eu estava aqui, sentado, pensando em ver pornografia. Mas me dei conta de que não sou tão fã da pornografia. E quando digo pornografia, digo os vídeos pornográficos (e não os ensaios fotográficos de mulheres solo, esses me agradam). Isso porque a pornografia em si é muito irreal. O que é apresentado nas cenas é, muitas vezes, distante da verdadeira eroticidade e do tesão. Assistimos ilusões.
E pense melhor. Os filmes pornô estão em todos os cantos. Existem tantos sites pornô quanto moradores em São Paulo (Insert Pleonasmo to Play), é impressionante, isso. Mas, com uma quantidade tão grande e, sendo essa quantidade relativamente proporcional à demanda que temos, visto que a gente vê pornô para cacet*, não resta dúvidas de que a pornografia é uma das coisas que mais determinam padrões de beleza e de corpo.
Pasmem, mas não é nada raro ver mulheres que não gemem daquela forma, orgasmos ocorrendo em menos de cinco minutos após a penetração, pênis menores do que 15cm e órgãos genitais com uma quantidade mais do que suficiente de pelo. Isso só não é tão visível porque os filmes pornôs raramente apresentam esse tipo de modelo. São sempre os modelos ideais. E isso é estranho.
Há ainda outros problemas, como por exemplo, a qualidade. Vemos sempre as mesmas sequências de posições, os mesmos gemidos, os mesmos padrões de mulheres, as mesmas histórias. Digo, é uma mesmice tão grande, um bis tão sem fundo, que é estranho continuar a procurar por outros filmes se, sabendo o título de dois ou três, você já tem a fórmula geral.
Há ainda um complexo social que determina o que é bom e o que é ruim. O que temos, no fundo, é um sistema de buscas horrível, que nos mostra qualquer coisa que tenha milhares de visualizações ou que acabou de sair do forno (do forno de qualquer computador, inclusive). Esse espaço aberto onde qualquer um pode postar qualquer coisa determina muitas coisas. Determina até mesmo uma espécie de "personalidade" para os sites. XVideos, por exemplo, tem fama de ter péssima qualidade em grande quantidade. RedTube tem fama de ter boa qualidade, mas ser um site muito pesado. E isso é relativo, gosto não se discute, nunca se discutiu, não é na pornografia que o ideal tem que ser diferente.
Tenho tanta coisa para falar, mas estou com preguiça de me organizar. Nem revisei o que acabei de escrever, assim como o fiz em diversos outros posts anteriores, me perdoe por isso. Ou não, sei lá, você que sabe. Vou escrever a parte 2 um dia.
E pense melhor. Os filmes pornô estão em todos os cantos. Existem tantos sites pornô quanto moradores em São Paulo (Insert Pleonasmo to Play), é impressionante, isso. Mas, com uma quantidade tão grande e, sendo essa quantidade relativamente proporcional à demanda que temos, visto que a gente vê pornô para cacet*, não resta dúvidas de que a pornografia é uma das coisas que mais determinam padrões de beleza e de corpo.
Pasmem, mas não é nada raro ver mulheres que não gemem daquela forma, orgasmos ocorrendo em menos de cinco minutos após a penetração, pênis menores do que 15cm e órgãos genitais com uma quantidade mais do que suficiente de pelo. Isso só não é tão visível porque os filmes pornôs raramente apresentam esse tipo de modelo. São sempre os modelos ideais. E isso é estranho.
Há ainda outros problemas, como por exemplo, a qualidade. Vemos sempre as mesmas sequências de posições, os mesmos gemidos, os mesmos padrões de mulheres, as mesmas histórias. Digo, é uma mesmice tão grande, um bis tão sem fundo, que é estranho continuar a procurar por outros filmes se, sabendo o título de dois ou três, você já tem a fórmula geral.
Há ainda um complexo social que determina o que é bom e o que é ruim. O que temos, no fundo, é um sistema de buscas horrível, que nos mostra qualquer coisa que tenha milhares de visualizações ou que acabou de sair do forno (do forno de qualquer computador, inclusive). Esse espaço aberto onde qualquer um pode postar qualquer coisa determina muitas coisas. Determina até mesmo uma espécie de "personalidade" para os sites. XVideos, por exemplo, tem fama de ter péssima qualidade em grande quantidade. RedTube tem fama de ter boa qualidade, mas ser um site muito pesado. E isso é relativo, gosto não se discute, nunca se discutiu, não é na pornografia que o ideal tem que ser diferente.
Tenho tanta coisa para falar, mas estou com preguiça de me organizar. Nem revisei o que acabei de escrever, assim como o fiz em diversos outros posts anteriores, me perdoe por isso. Ou não, sei lá, você que sabe. Vou escrever a parte 2 um dia.
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
OVNIs
E se nesse milênio o planeta Terra perdesse todos os recursos, mas a raça humana conseguisse criar vida em outros planetas com condições parecidas com a da Terra original, mas, com uma tecnologia avançada o suficiente para construir naves planas com capacidade de viajar no tempo e, voltando no tempo, o capitalismo ainda existente levasse quem quisesse numa viajem pelo tempo para pontos turísticos no passado?
Isso explicaria o constatamento de OVNIs no Egito Antigo, o Stonehenge (Talvez um templo criado pelos antepassados para agradar a coisas voadoras de metal?), rápida evolução de certas sociedades ou até mesmo os constantes relatos de hoje em dia. Eu adoro meu cérebro.
Isso explicaria o constatamento de OVNIs no Egito Antigo, o Stonehenge (Talvez um templo criado pelos antepassados para agradar a coisas voadoras de metal?), rápida evolução de certas sociedades ou até mesmo os constantes relatos de hoje em dia. Eu adoro meu cérebro.
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Diálogo da Alma
Me parece que todas as vezes que estou muito sensível ou numa crise existencial, recorro ao blog. Mesmo que ninguém leia, não me importo. Esse domínio online foi feito para expor meus pensamentos e cravá-los para sempre no sistema. Eles não desaparecerão, mesmo sem existir- Levando em conta o princípio de que para algo existir (atemporalmente) é necessário a noção de algum sujeito sobre sua existência, ou não há prova alguma de que aquilo é algo válido.
A melhor explicação para isso é a de que o feliz acaso me deu a capacidade de me entender. Eu sei o que se passa na minha cabeça. Mesmo quando estou confuso, consigo desenrolar meus pensamentos. E o blog é uma dessas formas. Através de todas as perguntas e loucuras que eu eventualmente faço, desenvolvo atividades simplórias e comuns para tirar de mim todo o extrato vermelho e rugoso que há na parte mais obscura e feia do meu cerebelo.
Creio que seja algo bom porque durantes meus monólogos nesses posts, há, na verdade, um diálogo entre sentimentalismo e a alma. É como o engenheiro e sua planta, só que diferente. Talvez não haja nenhuma forma de se explicar o porquê eu sou tão autossuficiente. Mas se eu fosse "dropar" um palpite, diria que é porque aprendi, através de minha própria ideologia, que a única pessoa que vai estar ao meu lado no fim de minha vida sou eu mesmo. Ora bolas, isso é uma bela demonstração de afeto a mim mesmo, estar comigo até o fim.
A única pessoa com que podemos resolver nossos problemas com aquele que amamos é a própria pessoa que amamos. Por exemplo, nenhum amigo vai te ajudar por completo a resolver seus problemas com sua noiva. Ele pode no máximo encaminhá-lo, mas você mesmo deve resolver a situação. O mesmo ocorre comigo e minha alma. É através do diálogo comigo mesmo- Que nesse caso, pode ser a própria reflexão que tenho antes de escrever um post- que posso me deixar em paz.
A melhor explicação para isso é a de que o feliz acaso me deu a capacidade de me entender. Eu sei o que se passa na minha cabeça. Mesmo quando estou confuso, consigo desenrolar meus pensamentos. E o blog é uma dessas formas. Através de todas as perguntas e loucuras que eu eventualmente faço, desenvolvo atividades simplórias e comuns para tirar de mim todo o extrato vermelho e rugoso que há na parte mais obscura e feia do meu cerebelo.
Creio que seja algo bom porque durantes meus monólogos nesses posts, há, na verdade, um diálogo entre sentimentalismo e a alma. É como o engenheiro e sua planta, só que diferente. Talvez não haja nenhuma forma de se explicar o porquê eu sou tão autossuficiente. Mas se eu fosse "dropar" um palpite, diria que é porque aprendi, através de minha própria ideologia, que a única pessoa que vai estar ao meu lado no fim de minha vida sou eu mesmo. Ora bolas, isso é uma bela demonstração de afeto a mim mesmo, estar comigo até o fim.
A única pessoa com que podemos resolver nossos problemas com aquele que amamos é a própria pessoa que amamos. Por exemplo, nenhum amigo vai te ajudar por completo a resolver seus problemas com sua noiva. Ele pode no máximo encaminhá-lo, mas você mesmo deve resolver a situação. O mesmo ocorre comigo e minha alma. É através do diálogo comigo mesmo- Que nesse caso, pode ser a própria reflexão que tenho antes de escrever um post- que posso me deixar em paz.
domingo, 30 de outubro de 2016
Os 4 Tipos de Amor
Ouvi dizer que existem quatro tipos de amor. Eu, sendo a pessoa que sou e conhecendo meu interior como conheço, soube desde o início que me interessaria pelo assunto. Fui ler um pouco mais sobre isso e acabei por me deleitar com o assunto. Toda a leitura sobre o amor e suas formas de manifestação me trouxeram a nostalgia dos tempos de descoberta da filosofia e deixou em mim aquela vontade platônica de cursar uma faculdade de filosofia.
Os tipos de amor são: Storge, philos, ágape e eros.
Storge é um amor familiar. Com família, incluímos todos os tipos de família. É um amor quase incondicional, mas pelo o que entendi, ele é mais uma força de obrigação do que de vontade.
Philos é um amor psicológico. É amar por conta das características/virtudes/personalidade do outro.
Eros é um amor sexual. Ele é um amor pelo corpo e a sua intensidade é medida pela atração sexual.
Ágape é o amor ao próximo, incondicional de qualquer forma, ele não precisa receber para ser dado, ele simplesmente existe e é seguido sem questionamentos.
Realmente belo pensar que esse assunto já passou pela cabeça de tantas pessoas e que, em épocas mais distantes, esse sentimento tão abstrato era tão conceituado e dividido.
Os tipos de amor são: Storge, philos, ágape e eros.
Storge é um amor familiar. Com família, incluímos todos os tipos de família. É um amor quase incondicional, mas pelo o que entendi, ele é mais uma força de obrigação do que de vontade.
Philos é um amor psicológico. É amar por conta das características/virtudes/personalidade do outro.
Eros é um amor sexual. Ele é um amor pelo corpo e a sua intensidade é medida pela atração sexual.
Ágape é o amor ao próximo, incondicional de qualquer forma, ele não precisa receber para ser dado, ele simplesmente existe e é seguido sem questionamentos.
Realmente belo pensar que esse assunto já passou pela cabeça de tantas pessoas e que, em épocas mais distantes, esse sentimento tão abstrato era tão conceituado e dividido.
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
O Aleatório
Vendo um certo vídeo de matemática na internet (Do VSauce), me deparei com a seguinte pergunta "O que, de fato, é aleatório". Obviamente não pude desenvolver uma resposta na hora, mas nem precisei, porque o vídeo me encaminhou a isso. Mas, sinceramente, o que é aleatório? Pense bem nisso. A definição de aleatório seria algo que acontece de forma completamente imprevisível, característica de um evento que não se determina. Quer dizer, pai Google disse "Que depende de acontecimento incerto", as respostas foram quase iguais.
Mas o que é, exatamente, um acontecimento incerto? Seria um acontecimento que não depende de nada para acontecer. Isso é, no mundo macroscópico, infelizmente, impossível, pelo menos até o presente momento. Tudo bem, podemos afirmar que a um dado ser jogado, o resultado será aleatório e a probabilidade de que cada face saia é de 1 sobre 6. Mas isso não é verdade. As chances existem, mas elas são dadas de forma apenas matemática, usando de resultados gerais e não de determinações físicas. Tudo depende para que um determinado lado do dado saia. A altura que foi jogado, o lado que inicialmente estava virado para cima, velocidade horizontal e vertical, frequência do giro em torno do seu ponto central, elasticidade de seu material, espessura, composição interna e dezenas de outras coisas mais. Assim sendo, um dado já tem seu resultado determinado a partir do momento em que é jogado para cima.
Algo aleatório de verdade seria possível apenas se nenhum desses fatores influenciassem no resultado. Num mundo onde a aplicação pura da física é a mínima que for, a situação se complica fortemente. Achar um evento que não depende de fatores anteriores para determinar resultados é extremamente raro e mesmo os mecanismos de randomização mais confiáveis não são exatamente aleatórios. Existem exemplos de aleatoriedade em partículas atômicas, das quais não vou tratar, já que meu conhecimento em física não é tão grande. Entretanto, saiba apenas que alguns eventos dos átomos são, grosso modo, aleatórios.
Imagine agora um sistema criado para definir resultados 100% aleatórios. Não consigo imaginar como isso seria possível, mas é uma ideia interessante. Um bom exemplo de aleatoriedade pura está presente no primeiro livro da "triologia dos cinco" de "O Guia do Mochileiro das Galáxias". Lá, existe um mecanismo que permite eventos aleatórios no universo. O livro retrata tudo de forma muito cômica e não é esse gerador de probabilidade infinita, como é chamado o mecanismo de aleatoriedade no livro, que ficaria fora disso. Recomendo a leitura, ótimo livro!
Mas o que é, exatamente, um acontecimento incerto? Seria um acontecimento que não depende de nada para acontecer. Isso é, no mundo macroscópico, infelizmente, impossível, pelo menos até o presente momento. Tudo bem, podemos afirmar que a um dado ser jogado, o resultado será aleatório e a probabilidade de que cada face saia é de 1 sobre 6. Mas isso não é verdade. As chances existem, mas elas são dadas de forma apenas matemática, usando de resultados gerais e não de determinações físicas. Tudo depende para que um determinado lado do dado saia. A altura que foi jogado, o lado que inicialmente estava virado para cima, velocidade horizontal e vertical, frequência do giro em torno do seu ponto central, elasticidade de seu material, espessura, composição interna e dezenas de outras coisas mais. Assim sendo, um dado já tem seu resultado determinado a partir do momento em que é jogado para cima.
Algo aleatório de verdade seria possível apenas se nenhum desses fatores influenciassem no resultado. Num mundo onde a aplicação pura da física é a mínima que for, a situação se complica fortemente. Achar um evento que não depende de fatores anteriores para determinar resultados é extremamente raro e mesmo os mecanismos de randomização mais confiáveis não são exatamente aleatórios. Existem exemplos de aleatoriedade em partículas atômicas, das quais não vou tratar, já que meu conhecimento em física não é tão grande. Entretanto, saiba apenas que alguns eventos dos átomos são, grosso modo, aleatórios.
Imagine agora um sistema criado para definir resultados 100% aleatórios. Não consigo imaginar como isso seria possível, mas é uma ideia interessante. Um bom exemplo de aleatoriedade pura está presente no primeiro livro da "triologia dos cinco" de "O Guia do Mochileiro das Galáxias". Lá, existe um mecanismo que permite eventos aleatórios no universo. O livro retrata tudo de forma muito cômica e não é esse gerador de probabilidade infinita, como é chamado o mecanismo de aleatoriedade no livro, que ficaria fora disso. Recomendo a leitura, ótimo livro!
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Nnnnnnnnnnnn
Nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Azul
Eu a vi há cinco meses atrás, num consultório. A aparência dela me chamou muito a atenção, o que instantaneamente fez com que eu tivesse a vontade de desenhá-la. Entretanto, não tive coragem de ir falar com a garota por alguns motivos, logo, não pude fazer o desenho. Até tentei, mas não deu muito certo.
Depois de 5 meses eu a encontrei novamente na internet. É fato que eu estava procurando-a havia muito tempo, mas sem sucesso. Foi só depois de uma inocente busca na lista de comparecidos de um evento de minha cidade no Facebook que tive o prazer de achá-la, fazer um desenho, mandar para ela e até mesmo começar uma nova amizade- Coisa que eu não estava esperando por agora.
É interessante pensar nisso, porque tudo isso me trás lembranças da questão do destino como era tratado na antiga Grécia. Em um determinado período da história, havia a crença de que o destino de cada um estava traçado e que este era a única coisa acima do alcance dos deuses. Grosso modo, é uma concepção de vida que admite que, indubitavelmente, o que há de se cumprir, se cumprirá.
Fiquei intrigado com o acontecimento e ainda mais, a forma da qual ele se desenrolou. Talvez fosse parte do destino que tivéssemos que nos conhecer. Digo destino não no sentido amoroso, mas no sentido literal da palavra, como se o livre-arbítrio fosse só uma ilusão ou uma enganação e que, na verdade, tudo que é determinante para a formação do indivíduo que está marcado para que ocorra, ocorrerá. É realmente uma prisão mental.
Depois de 5 meses eu a encontrei novamente na internet. É fato que eu estava procurando-a havia muito tempo, mas sem sucesso. Foi só depois de uma inocente busca na lista de comparecidos de um evento de minha cidade no Facebook que tive o prazer de achá-la, fazer um desenho, mandar para ela e até mesmo começar uma nova amizade- Coisa que eu não estava esperando por agora.
É interessante pensar nisso, porque tudo isso me trás lembranças da questão do destino como era tratado na antiga Grécia. Em um determinado período da história, havia a crença de que o destino de cada um estava traçado e que este era a única coisa acima do alcance dos deuses. Grosso modo, é uma concepção de vida que admite que, indubitavelmente, o que há de se cumprir, se cumprirá.
Fiquei intrigado com o acontecimento e ainda mais, a forma da qual ele se desenrolou. Talvez fosse parte do destino que tivéssemos que nos conhecer. Digo destino não no sentido amoroso, mas no sentido literal da palavra, como se o livre-arbítrio fosse só uma ilusão ou uma enganação e que, na verdade, tudo que é determinante para a formação do indivíduo que está marcado para que ocorra, ocorrerá. É realmente uma prisão mental.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
L'Éssaye Minable (Francês)
Salut. Aujourd'hui je vais bien essayer écrire un post en français. Tous les mots, chaque une. Et je veux dire que, pardez-moi parce que d'abord, je ne suis pas courant en français, je suis dans un niveau intermediaire, puis beaucoup des mots seront tort et beaucoup des phrases seront simples. Dés que c'est expliqué, déjà, on y va!
Cela concerta les éssayes minables. Mais qu'est-ce que signifique cela, un éssaye minable? Bien, un essaye minable est un concept que j'ai crée pour tout cela qu'on essaye faire et que simplement, ne va pas bien. Cela peut concerner n'importe que chose: lire un livre, faire cette course dans la facul, commencer a dater avec cette copine mignone de sa classe, enfin! Les éssayes minables sont en tous les endroits, en tous les actions et en tous les gens.
Le problème d'éssaye minable n'est ni même le fait de sa existence, parce que les erreurs sont nécessaiers. Le problème c'est qu'on peut pas les éviter quand nous les besoin le plus. Par example, on peut fait des erreurs dans la cuisine quand nous étions tous seules, comme en laisser le pain avec beurre tomber sur le sol (avec la beurre dans la part de bas, bien sûr, parce que c'est la régle du monde). C'est normal et personne s'importe pas! Parce qu'il n'y a pas personne pour s'importer. Mais quand vous êtes en public, dans un group d'amis par example, et vous essayez de faire une blague. Réelement sans grâce. Cela... Cela fait mal.
C'est un vrai mistérie.
Cela concerta les éssayes minables. Mais qu'est-ce que signifique cela, un éssaye minable? Bien, un essaye minable est un concept que j'ai crée pour tout cela qu'on essaye faire et que simplement, ne va pas bien. Cela peut concerner n'importe que chose: lire un livre, faire cette course dans la facul, commencer a dater avec cette copine mignone de sa classe, enfin! Les éssayes minables sont en tous les endroits, en tous les actions et en tous les gens.
Le problème d'éssaye minable n'est ni même le fait de sa existence, parce que les erreurs sont nécessaiers. Le problème c'est qu'on peut pas les éviter quand nous les besoin le plus. Par example, on peut fait des erreurs dans la cuisine quand nous étions tous seules, comme en laisser le pain avec beurre tomber sur le sol (avec la beurre dans la part de bas, bien sûr, parce que c'est la régle du monde). C'est normal et personne s'importe pas! Parce qu'il n'y a pas personne pour s'importer. Mais quand vous êtes en public, dans un group d'amis par example, et vous essayez de faire une blague. Réelement sans grâce. Cela... Cela fait mal.
C'est un vrai mistérie.
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
Gooey (inglês)
Most of this discussion post is for my english. Even though I speak it fearly well, I have to train it, so let's start it already, ok?
(P.S. Since the purpose is to train my english, I can't revise my text so expect a lot of mistakes, my dear)
Well, that happened again. I'm addicted to a specific music. I mean, usually I get addicted for three or five days, but this one starts to act differently, I've been addicted on this music for a week already. That's a pretty crazy record, I may say. And everything about this music is at least good. The lyrics are not like the Imagine Dragon and Stromae's ones, but yet, they are fine. Perhaps the best part is definitively the rhythm. It's pure monotomy and totally contagious, very dancing and super calm, it's like drinking tea with coke.
Just now I was thinking about songs, melodies and rhythms and I just asked to my own buttons: "Why the heck getting addicted to a specific music? There are so many out there and many of them are awesome. Also, why don't we get addicted at it forever? And even more, why thinking about its end helps us to forget it more easily?" Well, this last question isn't so hard, it's associated with the way the brain works. I'll not get in the details, though.
But why the music thing? Well, first of all, there's obviously a lot of relations with the person's musical preferences. Sometimes certain melodies appeal for us, and sometimes quite a lot of them doesn't. According to me, my person and myself, this appealing is actually your brain recognizing the difference in the specific music. Sometimes we got out of our "Known Zone". It's not associated with the comfort zone, but a new zone, where you know everything is there, not importing if you like or not everything/something there. It's just what you know.
A music that is out of this zone appeals for us, because of something they are. New? No, it's not associated with how your brain recognizes something new, but how it recognizes something different. Also, they don't stay in your brain forever because they will eventually get boring. It happened with me once, I listened to the Racine Carée and Cheese albums, from Stromae for quite a while, 1 month just listening to him. For the next six months I couldn't hear it anymore because I didn't like it. Then, in the next month, I got addicted to Je Cours, Sommeil and Batârd for a entire week. It happens. It's our brains, they work like that and it's not their fault.
That's it, I guess.
(P.S. Since the purpose is to train my english, I can't revise my text so expect a lot of mistakes, my dear)
Well, that happened again. I'm addicted to a specific music. I mean, usually I get addicted for three or five days, but this one starts to act differently, I've been addicted on this music for a week already. That's a pretty crazy record, I may say. And everything about this music is at least good. The lyrics are not like the Imagine Dragon and Stromae's ones, but yet, they are fine. Perhaps the best part is definitively the rhythm. It's pure monotomy and totally contagious, very dancing and super calm, it's like drinking tea with coke.
Just now I was thinking about songs, melodies and rhythms and I just asked to my own buttons: "Why the heck getting addicted to a specific music? There are so many out there and many of them are awesome. Also, why don't we get addicted at it forever? And even more, why thinking about its end helps us to forget it more easily?" Well, this last question isn't so hard, it's associated with the way the brain works. I'll not get in the details, though.
But why the music thing? Well, first of all, there's obviously a lot of relations with the person's musical preferences. Sometimes certain melodies appeal for us, and sometimes quite a lot of them doesn't. According to me, my person and myself, this appealing is actually your brain recognizing the difference in the specific music. Sometimes we got out of our "Known Zone". It's not associated with the comfort zone, but a new zone, where you know everything is there, not importing if you like or not everything/something there. It's just what you know.
A music that is out of this zone appeals for us, because of something they are. New? No, it's not associated with how your brain recognizes something new, but how it recognizes something different. Also, they don't stay in your brain forever because they will eventually get boring. It happened with me once, I listened to the Racine Carée and Cheese albums, from Stromae for quite a while, 1 month just listening to him. For the next six months I couldn't hear it anymore because I didn't like it. Then, in the next month, I got addicted to Je Cours, Sommeil and Batârd for a entire week. It happens. It's our brains, they work like that and it's not their fault.
That's it, I guess.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Tendência à Auto-Depreciação
De vez em quando nós nos sentimos tristes por razão nenhuma. Quando digo "nós" me refiro ao geral, é claro, não eu e você, especificamente. Mas sim, temos essa tendência. Diversas vezes me pergunto o porquê das pessoas estarem sempre tristes com coisas tão simples. Muitas vezes nós não ligamos para "coisas pequenas" e nem percebemos que nossos problemas são só umas das várias pequenas coisas sem aparente importância.
Sério, o que faz de você um humano distinto e especial? O que te faz pensar que pode ficar triste a toa? Não somos feitos para isso, não somos máquinas mal-programadas, somos seres exclusivos, complexos e determinados. Não digo que nenhuma tristeza tem sentido, só que algumas delas definitivamente não têm. Sinceramente, vamos todos morrer mesmo e no fim vamos ser iguais. Pó.
Isso se deve à falta de raciocínio do ser humano. O pensamento é uma atividade tão exclusiva e poder expressá-lo é a nossa pedra mais valiosa. Então por que se jogar aos prontos por conta de um único evento específico. Não vejo o porquê da tristeza no mundo a não ser a pouco vontade de pensar. E sinceramente, ver que os outros não pensam me deixa triste. Percebi que estou entre trogloditas.
E não, a ignorância não é algo ruim. Mas a falta de determinação para com a busca do conhecimento é algo necessariamente detestável.
Sério, o que faz de você um humano distinto e especial? O que te faz pensar que pode ficar triste a toa? Não somos feitos para isso, não somos máquinas mal-programadas, somos seres exclusivos, complexos e determinados. Não digo que nenhuma tristeza tem sentido, só que algumas delas definitivamente não têm. Sinceramente, vamos todos morrer mesmo e no fim vamos ser iguais. Pó.
Isso se deve à falta de raciocínio do ser humano. O pensamento é uma atividade tão exclusiva e poder expressá-lo é a nossa pedra mais valiosa. Então por que se jogar aos prontos por conta de um único evento específico. Não vejo o porquê da tristeza no mundo a não ser a pouco vontade de pensar. E sinceramente, ver que os outros não pensam me deixa triste. Percebi que estou entre trogloditas.
E não, a ignorância não é algo ruim. Mas a falta de determinação para com a busca do conhecimento é algo necessariamente detestável.
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Eu sou
Eu sou feito de matéria;
Eu sou um ser vivo;
Eu sou mais ou menos inteligente;
Eu sou um cara até um pouco talentoso;
Eu sou desatencioso;
Eu sou crente;
Eu sou desinteressado na maioria das outras pessoas;
Eu sou uma criatura dotada de uma estupidez sem procedentes;
Eu sou algo desimportante para o percurso do universo, assim com você;
Eu sou tão complexo quanto o estudo de vetores para pessoas que não são boas em física;
Eu sou alguém que certamente acha que as coisas seriam melhores sem outros "alguéns" aí a fora.
Eu sou um dentre muitas coisas que mudam com o tempo, sendo esse grupo de coisas tudo aquilo que existe, afirmando que certamente tudo mudará a partir do momento em que nada em sua extensão é infinito, nem mesmo o próprio tempo ou a própria matéria, o que coincide num fim iminente e imutável que certamente não nos dá uma afinidade ao prazer e que faz com que todas as suas birras de adolescente ou estresses de adulto sejam só mais uma pequena parcela de tudo aquilo que é menos necessário para o bom percurso da vida não só humana mas como o tempo de vida de tudo aquilo na própria existência e percurso natural do senso da physis.
Eu sou um ser vivo;
Eu sou mais ou menos inteligente;
Eu sou um cara até um pouco talentoso;
Eu sou desatencioso;
Eu sou crente;
Eu sou desinteressado na maioria das outras pessoas;
Eu sou uma criatura dotada de uma estupidez sem procedentes;
Eu sou algo desimportante para o percurso do universo, assim com você;
Eu sou tão complexo quanto o estudo de vetores para pessoas que não são boas em física;
Eu sou alguém que certamente acha que as coisas seriam melhores sem outros "alguéns" aí a fora.
Eu sou um dentre muitas coisas que mudam com o tempo, sendo esse grupo de coisas tudo aquilo que existe, afirmando que certamente tudo mudará a partir do momento em que nada em sua extensão é infinito, nem mesmo o próprio tempo ou a própria matéria, o que coincide num fim iminente e imutável que certamente não nos dá uma afinidade ao prazer e que faz com que todas as suas birras de adolescente ou estresses de adulto sejam só mais uma pequena parcela de tudo aquilo que é menos necessário para o bom percurso da vida não só humana mas como o tempo de vida de tudo aquilo na própria existência e percurso natural do senso da physis.
sábado, 3 de setembro de 2016
A Platonicidade do Não Ser
A Platonicidade do Não Ser é um termo que inventei faz alguns segundos. Ele basicamente serve para provar que o amor a primeira vista é na verdade um grupo de qualidades físicas das quais temos em mente como "perfeitas", "ideais" ou pelo menos "muito agradáveis". São essas qualidades físicas que atenuam na alma as mais profundas vontades e pensamentos.
Isso não é um amor platônico, visto que este seria um amor impossível. Mas as massas transformaram "amor platônico" em um quase sinônimo de "paixonite". Sendo assim, vou considerar que platônico, nesse sentido, seja aquilo que pode ou pode não ser duradouro, mas que se apresenta simples e indeterminado na instância presente.
Quando temos em mente uma pessoa ideal, não ficamos apaixonadas por ela porque em sã consciência temos certeza de que aquela pessoa não existe. Frutos da imaginação são só... Bem... Frutos da imaginação. Eles não merecem nenhum amor ou cuidado porque são só frutos da imaginação. Mas quando temos em mente uma pessoa da qual só ouvimos falar, a Platonicidade do Não Ser age em questão.
Em certos casos, há uma paixão que é determinada apenas pelo campo da visualização e não pelo campo visual. Ou seja, somente de ouvir os atributos físicos da pessoa, o indivíduo em questão já se encontra numa paixonite ou num "amor platônico". É relativamente raro, mas ocorre me certas ocasiões. A parte do "do Não Ser" se refere às probabilidades da importância que aquela pessoa vai dar à sua vida. As probabilidades de que uma relação aconteça ou que você mesma o/a conheça pendem a 0, o que torna o Não Ser mais provável do que o Ser, fazendo assim, que você se apaixone a atributos soltos e não a um indivíduo.
O amor existe?
Isso não é um amor platônico, visto que este seria um amor impossível. Mas as massas transformaram "amor platônico" em um quase sinônimo de "paixonite". Sendo assim, vou considerar que platônico, nesse sentido, seja aquilo que pode ou pode não ser duradouro, mas que se apresenta simples e indeterminado na instância presente.
Quando temos em mente uma pessoa ideal, não ficamos apaixonadas por ela porque em sã consciência temos certeza de que aquela pessoa não existe. Frutos da imaginação são só... Bem... Frutos da imaginação. Eles não merecem nenhum amor ou cuidado porque são só frutos da imaginação. Mas quando temos em mente uma pessoa da qual só ouvimos falar, a Platonicidade do Não Ser age em questão.
Em certos casos, há uma paixão que é determinada apenas pelo campo da visualização e não pelo campo visual. Ou seja, somente de ouvir os atributos físicos da pessoa, o indivíduo em questão já se encontra numa paixonite ou num "amor platônico". É relativamente raro, mas ocorre me certas ocasiões. A parte do "do Não Ser" se refere às probabilidades da importância que aquela pessoa vai dar à sua vida. As probabilidades de que uma relação aconteça ou que você mesma o/a conheça pendem a 0, o que torna o Não Ser mais provável do que o Ser, fazendo assim, que você se apaixone a atributos soltos e não a um indivíduo.
O amor existe?
terça-feira, 30 de agosto de 2016
O que veio antes? Deus ou a Física?
Sim, existem ateus e não, não sou contra. Compreendo a crença de cada indivíduo e entendo que elas são apenas opcionais. Todos são dotados de religiosidade, mas nem todos têm uma religião e não há problemas nisso. Entretanto, existem certos pontos que não podemos negar. Não se pode provar que alguma coisa não existe. Assim como não se pode provar que alguma coisa existe se, essa coisa em particular, não for tátil, visível, etc, enfim, passiva do entendimento de algum sentido e/ou não se apresentar concreto em nenhuma evidência que possa ser aplicada em termos gerais.
Mas muito me interessa as relações entre o Deus cristão e a física. Quando estou estudando, filosofando ou lendo textos científicos, procuro abandonar qualquer explicação religiosa, principalmente aquelas que são tão fixistas (relevando que não, não sou fixista). Ainda sim, gosto de considerar a existência tanto de um universo cristão quando da Física. Não me incomoda as contradições, elas podem viver juntas se você souber como interpretá-las de sua própria maneira. Ninguém disse que "haja luz" significa a criação do nosso Sol. Com luz, podemos entender, por exemplo, a própria luz. Sim, essa mesma, a radiação eletromagnética- Aquela que nos permite enxergar.
Seguindo esse raciocínio de mútua existência, me pergunto qual é a relação entre Deus e Física: De submissão ou de submisso. Certamente que, a meu ver filosófico, ambos existem. Mas um deles tem de ser sujeito ao outro. Não podemos ter uma física que se aplica a Deus ao mesmo tempo que este pode modificá-la. Ou um ou outro. E não, não haverá contradições se a Física se submeter a Deus. Certamente que ele está em todos os cantos ao mesmo tempo e que tudo pode fazer, mas isso não quebra a regra de que se é matéria, tem de ocupar um lugar no espaço. Ora bolas, a própria luz não ocupa um lugar no espaço, isso não faz dela algo inexistente.
A esse ponto é, na verdade, quase que impossível determinar quem está submisso a quem. Por isso elaborei minha própria explicação e achei ela muito mais interessante e simples de representar a relação entre Deus e Física. Quando pensamos em Deus, vem logo às nossas mentes aquele senhor barbudo em cima de uma nuvem, controlando toda a existência. Não. Deus não deveria ser visto como uma figura humana. Certamente que "somos feitos à sua imagem" mas isso é tão relativo quanto afirmar que café é gostoso. Uns gostam e outros não. Assim como "à sua imagem" pode ser interpretado de inúmeras formas, principalmente se considerarmos esse "à sua imagem" a simples e conhecida "razão", da qual certamente somos dotados.
A minha proposta de pensamento é que Deus, estando submisso às leis da Física seja, na verdade, a própria existência, ou seja, o próprio universo. Sendo o universo, Deus é tudo aquilo que existe e sem ele, nada existe. Ele também está em todos os cantos ao mesmo tempo e sabe de tudo, porque o tudo está dentro dele. Ele é bom porque no universo, não há caos, e sim uma harmonia que a priori parece estar desorganizada. Ele também pode fazer tudo porque o tudo que é possível, já está no próprio Deus. Também seriamos fruto de sua imagem porque tudo aquilo que é gerado dentro do universo faz parte do mesmo.
Mas muito me interessa as relações entre o Deus cristão e a física. Quando estou estudando, filosofando ou lendo textos científicos, procuro abandonar qualquer explicação religiosa, principalmente aquelas que são tão fixistas (relevando que não, não sou fixista). Ainda sim, gosto de considerar a existência tanto de um universo cristão quando da Física. Não me incomoda as contradições, elas podem viver juntas se você souber como interpretá-las de sua própria maneira. Ninguém disse que "haja luz" significa a criação do nosso Sol. Com luz, podemos entender, por exemplo, a própria luz. Sim, essa mesma, a radiação eletromagnética- Aquela que nos permite enxergar.
Seguindo esse raciocínio de mútua existência, me pergunto qual é a relação entre Deus e Física: De submissão ou de submisso. Certamente que, a meu ver filosófico, ambos existem. Mas um deles tem de ser sujeito ao outro. Não podemos ter uma física que se aplica a Deus ao mesmo tempo que este pode modificá-la. Ou um ou outro. E não, não haverá contradições se a Física se submeter a Deus. Certamente que ele está em todos os cantos ao mesmo tempo e que tudo pode fazer, mas isso não quebra a regra de que se é matéria, tem de ocupar um lugar no espaço. Ora bolas, a própria luz não ocupa um lugar no espaço, isso não faz dela algo inexistente.
A esse ponto é, na verdade, quase que impossível determinar quem está submisso a quem. Por isso elaborei minha própria explicação e achei ela muito mais interessante e simples de representar a relação entre Deus e Física. Quando pensamos em Deus, vem logo às nossas mentes aquele senhor barbudo em cima de uma nuvem, controlando toda a existência. Não. Deus não deveria ser visto como uma figura humana. Certamente que "somos feitos à sua imagem" mas isso é tão relativo quanto afirmar que café é gostoso. Uns gostam e outros não. Assim como "à sua imagem" pode ser interpretado de inúmeras formas, principalmente se considerarmos esse "à sua imagem" a simples e conhecida "razão", da qual certamente somos dotados.
A minha proposta de pensamento é que Deus, estando submisso às leis da Física seja, na verdade, a própria existência, ou seja, o próprio universo. Sendo o universo, Deus é tudo aquilo que existe e sem ele, nada existe. Ele também está em todos os cantos ao mesmo tempo e sabe de tudo, porque o tudo está dentro dele. Ele é bom porque no universo, não há caos, e sim uma harmonia que a priori parece estar desorganizada. Ele também pode fazer tudo porque o tudo que é possível, já está no próprio Deus. Também seriamos fruto de sua imagem porque tudo aquilo que é gerado dentro do universo faz parte do mesmo.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
A Chuva não Cai
A chuva não cai, na verdade ela só sobe ao contrário, com um destino em comum. Se você pensar bem, dizer que a chuva cai é a mesma coisa de dizer que a chuva desce e descer é só o posto de subir, então a chuva não cai, ela sobe ao contrário. Muitas coisas sobem ao contrário, sabe? Tipo tudo. Acho que tudo meio que sobe ao contrário à medida que tem massa e está ocupando um lugar no espaço.
A gravidade terrestre é mais um paizão que não deixa suas crianças irem para muito longe de si. Só imagine se eu dissesse que a chuva sobe, que antes de ontem eu paguei maior mico na rua porque tropecei e subi ou que fiquei com muita raiva de meu primo porque ele deixou meu teclado novo subir. Certamente as pessoas pensariam em situações muito engraçadas, na qual você empurra um objeto e ele sobe.
Tecnicamente isso seria cair, se você adotar um ponto de perspectiva diferente. Mas nesse caso a única coisa que cairia, seria... Nada? Talvez foguetes, mas em nosso cotidiano, realmente nada. Balões não chegam tão alto, principalmente por conta da ação do vento, então para o que citá-los? Nesse caso, nem em nossa realidade em que para o chão a gente cai e para as nuvens nós subimos, as coisas chegam a cair para cima. Isso meio que incomoda.
Talvez seja uma das poucas coisas que não sejam proporcionais, a gravidade. Só tem gravidade negativa, que puxa, que atrai. Isso é uma parada bem triste. Deveria ter uma gravidade negativa. Aí sim tudo poderia subir em vez de cair. Digo, cair em vez de subir.
A gravidade terrestre é mais um paizão que não deixa suas crianças irem para muito longe de si. Só imagine se eu dissesse que a chuva sobe, que antes de ontem eu paguei maior mico na rua porque tropecei e subi ou que fiquei com muita raiva de meu primo porque ele deixou meu teclado novo subir. Certamente as pessoas pensariam em situações muito engraçadas, na qual você empurra um objeto e ele sobe.
Tecnicamente isso seria cair, se você adotar um ponto de perspectiva diferente. Mas nesse caso a única coisa que cairia, seria... Nada? Talvez foguetes, mas em nosso cotidiano, realmente nada. Balões não chegam tão alto, principalmente por conta da ação do vento, então para o que citá-los? Nesse caso, nem em nossa realidade em que para o chão a gente cai e para as nuvens nós subimos, as coisas chegam a cair para cima. Isso meio que incomoda.
Talvez seja uma das poucas coisas que não sejam proporcionais, a gravidade. Só tem gravidade negativa, que puxa, que atrai. Isso é uma parada bem triste. Deveria ter uma gravidade negativa. Aí sim tudo poderia subir em vez de cair. Digo, cair em vez de subir.
sábado, 20 de agosto de 2016
O Pudor Natural
Quem gosta do Mundo de Sofia? Eu particularmente adoro. E foi relendo algumas páginas (para reforçar meus conhecimentos) dessa obra prima que me deparei com uma pergunta que me fez não aceitar as respostas dada pelo(s) autor(es) Jostein Gaarder e/ou Sócrates e me pus a analisar uma certa afirmação. No capítulo "Sócrates" do livro, é citada uma pergunta: "Existe um pudor natural?". A resposta dada pelo autor (no enredo) das cartas é, grosso modo: "Não. São fatores sociais. Um bom exemplo disso seria estar nu. Para nós é um pudor, mas em certos países ou até mesmo em certos locais mais específicos, estar nu é permitido."
Então, será que o pudor, de fato, não pode ser inato? Eu concordo plenamente que o pudor não é natural, mas talvez haja um certo erro de sequência de definições, o que mostra a fraqueza não das afirmações do Gaarder, mas das definições da língua e da linguagem.
Primeiramente eu gostaria de analisar a definição de pudor, ou seja, o pudor de forma geral, e não um conceito único. Em minhas pesquisas super demoradas e suscitas, digo, numa rápida buscada no google, temos que pudor é "o que impede que a pessoa faça algo indecente, é a vergonha de mostrar o corpo, de ficar exibindo-se, de diversas maneiras". Mas vem cá, o que é indecência, afinal?
De acordo com o www.dicionarioinformal.com.br, é "imoral, ridículo(a), sem decência". Acho que vamos ter que analisar os três significados também, um por um.
Pesquisado no mesmo site, temos que:
Imoral é "Tudo aquilo que foge as regras de conduta tido como verdade social impostas pela população, sendo diferente a moral de cada região";
Ridículo é "De pouco ou nenhum valor; irrisório, insignificante, mesquinho";
Decência "tem haver com respeito aos bons costumes,reserva, dignidade nas maneiras e na linhagem" - Apontando o fato que no site, estava escrito "digindade" e não "dignidade". Tudo bem, é só um site, só um dicionário, ninguém liga para esse escroto erro de ortografia.
Ora, temos que nenhum desses significados significa, em sua definição particular, algo relacionado à indecência, apenas palavras que -podem- (assim como podem não) ser relacionadas a esse sentido específico. Pronto, descobrimos que uma das definições dadas é falsa. Se a primeira afirmação, "o que impede que a pessoa faça algo indecente", fosse a única citada pelos dicionários, eu estaria feliz em afirmar que existem sim pudores naturais.
Não há motivos para alguém ser ridículo numa situação em que a sociedade não é levada em consideração, mas ainda sim é passivo de acontecer. Não vejo como uma pessoa isolada que seja, no mínimo, 100% preservada e consciente do sentido de "normalidade" e "regularidade", agiria de forma ridícula. Ou seja, um pudor natural.
Então, será que o pudor, de fato, não pode ser inato? Eu concordo plenamente que o pudor não é natural, mas talvez haja um certo erro de sequência de definições, o que mostra a fraqueza não das afirmações do Gaarder, mas das definições da língua e da linguagem.
Primeiramente eu gostaria de analisar a definição de pudor, ou seja, o pudor de forma geral, e não um conceito único. Em minhas pesquisas super demoradas e suscitas, digo, numa rápida buscada no google, temos que pudor é "o que impede que a pessoa faça algo indecente, é a vergonha de mostrar o corpo, de ficar exibindo-se, de diversas maneiras". Mas vem cá, o que é indecência, afinal?
De acordo com o www.dicionarioinformal.com.br, é "imoral, ridículo(a), sem decência". Acho que vamos ter que analisar os três significados também, um por um.
Pesquisado no mesmo site, temos que:
Imoral é "Tudo aquilo que foge as regras de conduta tido como verdade social impostas pela população, sendo diferente a moral de cada região";
Ridículo é "De pouco ou nenhum valor; irrisório, insignificante, mesquinho";
Decência "tem haver com respeito aos bons costumes,reserva, dignidade nas maneiras e na linhagem" - Apontando o fato que no site, estava escrito "digindade" e não "dignidade". Tudo bem, é só um site, só um dicionário, ninguém liga para esse escroto erro de ortografia.
Ora, temos que nenhum desses significados significa, em sua definição particular, algo relacionado à indecência, apenas palavras que -podem- (assim como podem não) ser relacionadas a esse sentido específico. Pronto, descobrimos que uma das definições dadas é falsa. Se a primeira afirmação, "o que impede que a pessoa faça algo indecente", fosse a única citada pelos dicionários, eu estaria feliz em afirmar que existem sim pudores naturais.
Não há motivos para alguém ser ridículo numa situação em que a sociedade não é levada em consideração, mas ainda sim é passivo de acontecer. Não vejo como uma pessoa isolada que seja, no mínimo, 100% preservada e consciente do sentido de "normalidade" e "regularidade", agiria de forma ridícula. Ou seja, um pudor natural.
sábado, 13 de agosto de 2016
O Truque das Coisas
"Diversas vezes somos enganados pelos sentidos". Já estou cansado de ler e ouvir isso, essa frase vai ficar impregnada na minha cabeça por toda a eternidade. Mas há uma concepção de mundo totalmente nova que elimina todo o resto e que torna tudo aquilo que existe imprevisível e passivo de dúvidas. Essa concepção é a de que nós criamos nossos próprios sentidos.
Adotando um pensamento solipsista, por exemplo, no qual podemos assumir que a única coisa da qual você pode provar que é dotada de existência em todos os níveis e sentidos é a si mesmo, pois é provável a sua própria razão, podemos aplicar a concepção do sentido próprio. Se nada aquilo que é exterior a você próprio é verdadeiro, ou seja, se até suas mãos, pés, chão e universo são falsos, a única explicação para a pseudo-existência de tudo isso seria a criação própria dos sentidos de uma forma subconsciente e inacessível.
Tudo bem que hoje em dia, através de alguns processos como hipnose, temos acesso ao sub-consciente. Mas se até aquilo que acessa o nosso sub-consciente é falso, sua efetividade no próprio ser existente também é falsa, já que é mera ilusão criada pelo sub-consciente verdadeiro. Digo isso pelas minhas próprias experiências sensíveis e assustadoras.
Basta assistir alguns vídeos com temas de terror para eu começar a ver coisas onde não existem, que são logo disfarçadas pelo mundo externo. Sabe aquela toalha que virou um demônio branco? Pois é. Como pode garantir que por algum momento ela não foi de fato um demônio branco? Num mundo totalmente falso, a mudança iminente das coisas é um fato crível e simples.
Quer outro exemplo? Basta um baita dum cansaço para que quando eu deite e me concentre em algo, ouça algum som fora do lugar. Por exemplo: Estou quase dormindo e pensando em uma conversa na minha cabeça. De vez em quando posso ouvir uma dessas vozes claramente falando perto de mim, o que logo para, já que me surpreendo com o ocorrido e me volto para a realidade. Isso mostra como a interligação entre imaginário e real é uma linha tênue facilmente modificável.
Mais importante ainda do que estabelecer que há a probabilidade dos sentidos serem criação própria é estabelecer um ponto concreto onde não podemos ser questionados a respeito do fato. E a resposta está na própria afirmação de que "há a probabilidade dos sentidos serem criação própria", pois -Em uma concepção própria- nada que é de razão em si pode ser considerada como tal antes de passar pelos sentidos. Mas se os sentidos são, em si, propriamente falsos, a informação racional é passada de forma igualmente errônea, ou se desvia quando chega a nós, e nos impede de raciocinar corretamente, o que implica em podermos ou não fazer aquela afirmação em primeiro lugar.
Entretanto, seguindo essa linha de raciocínio, terás provado que está certo pelo simples fato de estar errado pela representação da razão ter sido passado de forma errada pelos sentidos, que são errados mas que, nunca seriam se não fossem criação de um ser imperfeito em primeiro lugar.
Você existe?
Adotando um pensamento solipsista, por exemplo, no qual podemos assumir que a única coisa da qual você pode provar que é dotada de existência em todos os níveis e sentidos é a si mesmo, pois é provável a sua própria razão, podemos aplicar a concepção do sentido próprio. Se nada aquilo que é exterior a você próprio é verdadeiro, ou seja, se até suas mãos, pés, chão e universo são falsos, a única explicação para a pseudo-existência de tudo isso seria a criação própria dos sentidos de uma forma subconsciente e inacessível.
Tudo bem que hoje em dia, através de alguns processos como hipnose, temos acesso ao sub-consciente. Mas se até aquilo que acessa o nosso sub-consciente é falso, sua efetividade no próprio ser existente também é falsa, já que é mera ilusão criada pelo sub-consciente verdadeiro. Digo isso pelas minhas próprias experiências sensíveis e assustadoras.
Basta assistir alguns vídeos com temas de terror para eu começar a ver coisas onde não existem, que são logo disfarçadas pelo mundo externo. Sabe aquela toalha que virou um demônio branco? Pois é. Como pode garantir que por algum momento ela não foi de fato um demônio branco? Num mundo totalmente falso, a mudança iminente das coisas é um fato crível e simples.
Quer outro exemplo? Basta um baita dum cansaço para que quando eu deite e me concentre em algo, ouça algum som fora do lugar. Por exemplo: Estou quase dormindo e pensando em uma conversa na minha cabeça. De vez em quando posso ouvir uma dessas vozes claramente falando perto de mim, o que logo para, já que me surpreendo com o ocorrido e me volto para a realidade. Isso mostra como a interligação entre imaginário e real é uma linha tênue facilmente modificável.
Mais importante ainda do que estabelecer que há a probabilidade dos sentidos serem criação própria é estabelecer um ponto concreto onde não podemos ser questionados a respeito do fato. E a resposta está na própria afirmação de que "há a probabilidade dos sentidos serem criação própria", pois -Em uma concepção própria- nada que é de razão em si pode ser considerada como tal antes de passar pelos sentidos. Mas se os sentidos são, em si, propriamente falsos, a informação racional é passada de forma igualmente errônea, ou se desvia quando chega a nós, e nos impede de raciocinar corretamente, o que implica em podermos ou não fazer aquela afirmação em primeiro lugar.
Entretanto, seguindo essa linha de raciocínio, terás provado que está certo pelo simples fato de estar errado pela representação da razão ter sido passado de forma errada pelos sentidos, que são errados mas que, nunca seriam se não fossem criação de um ser imperfeito em primeiro lugar.
Você existe?
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Rotinas
Quando iniciei esse blog para mim mesmo, prometi que estaria fazendo posts às segundas feiras, pois ele estaria servindo de um diário espiritual aberto na web, o que não faz muito sentido, já que o blog não deve ter visitantes válidos em acesso.
Mas mudei de ideia assim que notei que eu não suportaria seguir a infame rotina que havia determinado para ele, porque sou totalmente contra as rotinas. A rotina. Sei lá. Não sou muito bom em português. Mas por que não seguir uma rotina? Elas são organizadas e válidas! E isso é um fato. Mas as rotinas são o caminho para a previsibilidade, o que torna o meu blog e até mesmo a minha própria pessoa algo completamente previsível. O que não sou. Se eu for previsível, não serei eu mesmo, ou seja, é impossível que eu seja previsível - Em todos os detalhes, ao menos.
É importante que o blog seja considerado, a partir de agora, não como um pequeno blog individual e particular, ou como um diário super secreto, tampouco como uma página cheia de sub-páginas cheias de escritos desimportantes, mas como um objeto individual dotado de características e necessidades próprias, que deve ser nutrido com carinho e esperança, assim como meu pequeno coração de vidro.
Rotinas também são de todo o mal para a minha felicidade, porque transforma aquilo que deveria ser divertido e interessante em algo completamente pragmático. O oposto da felicidade não é a tristeza, é o tédio.
Mas mudei de ideia assim que notei que eu não suportaria seguir a infame rotina que havia determinado para ele, porque sou totalmente contra as rotinas. A rotina. Sei lá. Não sou muito bom em português. Mas por que não seguir uma rotina? Elas são organizadas e válidas! E isso é um fato. Mas as rotinas são o caminho para a previsibilidade, o que torna o meu blog e até mesmo a minha própria pessoa algo completamente previsível. O que não sou. Se eu for previsível, não serei eu mesmo, ou seja, é impossível que eu seja previsível - Em todos os detalhes, ao menos.
É importante que o blog seja considerado, a partir de agora, não como um pequeno blog individual e particular, ou como um diário super secreto, tampouco como uma página cheia de sub-páginas cheias de escritos desimportantes, mas como um objeto individual dotado de características e necessidades próprias, que deve ser nutrido com carinho e esperança, assim como meu pequeno coração de vidro.
Rotinas também são de todo o mal para a minha felicidade, porque transforma aquilo que deveria ser divertido e interessante em algo completamente pragmático. O oposto da felicidade não é a tristeza, é o tédio.
domingo, 7 de agosto de 2016
Tudo Errado mas Tudo Bem
Tudo Errado mas tudo bem
~Capital Inicial
Não, as coisas não estão tão bem quanto poderiam estar, até porque a perfeição é inexistente. A perfeição só seria existente se a sua oposição, a imperfeição, nunca fosse um fato. E mesmo assim, a perfeição não seria conhecida como perfeição. Simplesmente não seria, pois não haveria nada para comparar com ela.
Mas tudo está bem. Bem e errado não são opostos. Bem e mal são opostos, assim como certo e errado. Mas certo e bem não são a mesma coisa. Entendeu? Claro. Enfim.
Você sabe o que é certo, assim como sabe o que é errado, e assim como é um fato que você sabe que nem tudo está certo, você também sabe que nem tudo é de todo bem, até porque você conhece as palavras mal e errado e consegue aplicá-las em alguma sentença avulsa. O importante é definir que você sabe a verdade sobre as contradições, simplesmente nunca as notou e é muito provável que as ache 100% confiáveis, não importando suas relações com os sentidos ou com a própria razão.
Mas o que é a verdade? Verdade é o oposto de mentira. Mentira também é o oposto de verdade. Significa que tudo aquilo que é verdade também é uma mentira. "Tudo está errado" é certamente uma mentira, mas se eu disser que "tudo está bem" é certamente uma verdade, eu vou estar mentindo, o que significa que algo não está bem, porque eu certamente devo estar ou insano, ou agindo como um caluniador. Ou seja, mesmo afirmando uma mentira, torno as contradições válidas.
Tudo é mentira.
~Capital Inicial
Não, as coisas não estão tão bem quanto poderiam estar, até porque a perfeição é inexistente. A perfeição só seria existente se a sua oposição, a imperfeição, nunca fosse um fato. E mesmo assim, a perfeição não seria conhecida como perfeição. Simplesmente não seria, pois não haveria nada para comparar com ela.
Mas tudo está bem. Bem e errado não são opostos. Bem e mal são opostos, assim como certo e errado. Mas certo e bem não são a mesma coisa. Entendeu? Claro. Enfim.
Você sabe o que é certo, assim como sabe o que é errado, e assim como é um fato que você sabe que nem tudo está certo, você também sabe que nem tudo é de todo bem, até porque você conhece as palavras mal e errado e consegue aplicá-las em alguma sentença avulsa. O importante é definir que você sabe a verdade sobre as contradições, simplesmente nunca as notou e é muito provável que as ache 100% confiáveis, não importando suas relações com os sentidos ou com a própria razão.
Mas o que é a verdade? Verdade é o oposto de mentira. Mentira também é o oposto de verdade. Significa que tudo aquilo que é verdade também é uma mentira. "Tudo está errado" é certamente uma mentira, mas se eu disser que "tudo está bem" é certamente uma verdade, eu vou estar mentindo, o que significa que algo não está bem, porque eu certamente devo estar ou insano, ou agindo como um caluniador. Ou seja, mesmo afirmando uma mentira, torno as contradições válidas.
Tudo é mentira.
domingo, 31 de julho de 2016
Por quê?
Desde que me conheço por gente, ou seja, desde o começo desse ano de 2016, passei a viver sem aceitar tudo aquilo que me dizem. Na verdade, coisas que para outros podem parecer completamente comuns como classes sociais, sentimentos, interações sociais e até mesmo coisas mais concretas como cores, formas e lugares, nunca entraram muito bem na minha cabeça.
De certo modo podemos afirmar que aquilo que deveria ser comum acaba se tornando completamente estranho. Parafraseando a Triologia de Cinco do Guia do Mochileiro das Galáxias: "Existem duas teorias sobre o universo. A primeira diz que quando descobrirmos o seu significado/propósito ele vai ressurgir em algo mais estranho. A segunda diz que isso já aconteceu". Então vamos direto ao ponto. Por quê?
Eu sempre dei muita importância ao porquê, ou ao "por que" se preferir. Alguns até preferem chamá-la de "porque" ou "por quê", depende muito em que parte da frase você a coloca. Mas por quê? Por que tinha que ser tão complicado assim? Talvez porque os linguistas decidiram deixar assim. Bem, talvez nunca possamos chegar a um por quê/porquê/porque/por que. Mas enfim, o porquê das coisas é muito importante. Aceitar a vida como ela é não é lá uma tarefa muito interessante, nem tampouco inteligente, para dizer a verdade.
Existem questões pouquíssimo exploradas como "por que números são perfeitos" ou "por que o mal existe". Tudo bem que você pode responder a essas dúvidas com pesquisas matemáticas e filosóficas. Basta uma rápida lida em Heráclito para "entender" que sem o mal nunca saberíamos o que é o bem, já que não haveria um contradizente. Mas não é esse tipo de resposta que devemos procurar. O tipo de resposta está dentro de nós (se és firmado nas ideias de Platão e Descartes, vai concordar). Mas ser humano nenhum chegou a 100% das respostas, o que significa que as chances de alguém chegar nelas pendem a 0.
Mas por que será? Por que isso aconteceria, assim, tão claramente? Os mistérios da existência estão dando tapas nas nossas caras, mas por que ninguém se importa de ser abusado por evidências tão não concretas? Certo, é verdade que nem todos têm o saco/as nuts para filosofar/pensar/raciocinar por conta própria, mas também é verdade que quase ninguém tenta.
Não temos conceitos, temos definições introduzidas por outras pessoas que tinham essas mesmas definições, que foram formadas em algum momento por alguém e modeladas através do tempo por várias pessoas que, por não conhecermos, para nós não são ninguém. Isso significa que aí dentro de você, em algum lugar, você pode estar acreditando que uma garota que fica com muitos garotos é "uma vadia" por conta de uma definição introduzida em sua cabeça, formada há sei lá quantos diabos de anos atrás. Ou pela religião, sei lá.
Sei que quando terminar de ler isso, se é que você começou, nada vai ter mudado. Você vai estar no mesmo lugar, com os mesmos problemas, com as mesmas doenças, mesmas alegrias e mesmas definições- se ainda não tem seus conceitos- e dependendo da sua mentalidade pode até mesmo pensar "que idiotice" ou "sapoha é louca". Então por que eu fiz esse post? Não sei. Acho que nunca vou chegar à resposta.
De certo modo podemos afirmar que aquilo que deveria ser comum acaba se tornando completamente estranho. Parafraseando a Triologia de Cinco do Guia do Mochileiro das Galáxias: "Existem duas teorias sobre o universo. A primeira diz que quando descobrirmos o seu significado/propósito ele vai ressurgir em algo mais estranho. A segunda diz que isso já aconteceu". Então vamos direto ao ponto. Por quê?
Eu sempre dei muita importância ao porquê, ou ao "por que" se preferir. Alguns até preferem chamá-la de "porque" ou "por quê", depende muito em que parte da frase você a coloca. Mas por quê? Por que tinha que ser tão complicado assim? Talvez porque os linguistas decidiram deixar assim. Bem, talvez nunca possamos chegar a um por quê/porquê/porque/por que. Mas enfim, o porquê das coisas é muito importante. Aceitar a vida como ela é não é lá uma tarefa muito interessante, nem tampouco inteligente, para dizer a verdade.
Existem questões pouquíssimo exploradas como "por que números são perfeitos" ou "por que o mal existe". Tudo bem que você pode responder a essas dúvidas com pesquisas matemáticas e filosóficas. Basta uma rápida lida em Heráclito para "entender" que sem o mal nunca saberíamos o que é o bem, já que não haveria um contradizente. Mas não é esse tipo de resposta que devemos procurar. O tipo de resposta está dentro de nós (se és firmado nas ideias de Platão e Descartes, vai concordar). Mas ser humano nenhum chegou a 100% das respostas, o que significa que as chances de alguém chegar nelas pendem a 0.
Mas por que será? Por que isso aconteceria, assim, tão claramente? Os mistérios da existência estão dando tapas nas nossas caras, mas por que ninguém se importa de ser abusado por evidências tão não concretas? Certo, é verdade que nem todos têm o saco/as nuts para filosofar/pensar/raciocinar por conta própria, mas também é verdade que quase ninguém tenta.
Não temos conceitos, temos definições introduzidas por outras pessoas que tinham essas mesmas definições, que foram formadas em algum momento por alguém e modeladas através do tempo por várias pessoas que, por não conhecermos, para nós não são ninguém. Isso significa que aí dentro de você, em algum lugar, você pode estar acreditando que uma garota que fica com muitos garotos é "uma vadia" por conta de uma definição introduzida em sua cabeça, formada há sei lá quantos diabos de anos atrás. Ou pela religião, sei lá.
Sei que quando terminar de ler isso, se é que você começou, nada vai ter mudado. Você vai estar no mesmo lugar, com os mesmos problemas, com as mesmas doenças, mesmas alegrias e mesmas definições- se ainda não tem seus conceitos- e dependendo da sua mentalidade pode até mesmo pensar "que idiotice" ou "sapoha é louca". Então por que eu fiz esse post? Não sei. Acho que nunca vou chegar à resposta.
Atenção!
Atenção, meu caro leitor. Se por algum acaso chegou até esse blog por X motivos, espero que não se atreva a ler nada que contenha nele a não ser que esteja 100% comprometido a visualizar postagens que podem parecer completamente randômicas e certas vezes até mesmo demasiadamente estranhas. Você foi alertado com cinco linhas fofas, não se atreva a contestar a autoridade dessas frases.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Atração Sexual
Eu nunca entendi muito bem como atrações sexuais funcionam. Digo, seres humanos comumente sentem atração por outros seres humanos e ao ver da maioria das pessoas isso é completamente comum. Mas por que é comum sentir atração sexual em pessoas, mas tão raro em balões, árvores, lâmpadas ou lajotas?
Eu e mais um grupo de dois amigos ficamos debatendo sobre o assunto durante aproximadamente 15 minutos, enquanto o restante do pessoal da sala de aula, ou decidia sobre a organização do trabalho ou fazia vários nadas. Durante esses aproximados 15 minutos, tentamos chegar à conclusão do porque, exatamente, que seres humanos sentem atração em outros seres humanos tão facilmente, mas raramente em outras coisas.
O primeiro deles, que vou estar aqui chamando de "-B-", falou que isso era principalmente devido à sociedade- Percebam que ele disse "principalmente", e não "somente". De acordo com ele, a sociedade sempre nos impôs essa característica muito comum o que nos ajuda a perceber a atração sexual. O exemplo dele foi: Se um bebê fosse posto numa sala completamente fechada, com direito a recursos básicos para a sobrevivência, mas nunca visse um humano nem nada que pudesse lhe influenciar, e apenas pilhas... Ele sentiria atração sexual por pilhas.
Isso explica porque seres humanos se sentem atraídos por outros seres humanos, mas deixou em branco a explicação de porque algumas pessoas sentem atrações sexuais diferentes, como os balões citados anteriormente -Pesquise sobre Grim Looner que vão ver um exemplo disso.
Já o segundo deles, que vou estar aqui chamando de "-G-", se baseou em Aristóteles para responder à pergunta, enquanto ele dizia que, a grosso modo, seres humanos são apenas animais dotados de razão. Ele acrescentou ainda que uma das principais características dos animais -Logo de seres humanos também- Era a vontade deles de procriar e de continuar a progressão de sua espécie. Assim sendo, seres humanos estariam desde sempre tendo como um de seus objetivos principais a procriação.
Isso explicou muito bem o fator biológico e até contradiz a teoria sobre a sociedade ser a culpa majoritária dos nossos prazeres sexuais. Entretanto, também não explicou sobre a questão dos fetiches. Estes ainda hão de ser analisados por ninguém mais do que eu mesmo, quando eu entender de onde é que eu tenho que começar.
É interessante se fazer esse tipo de pergunta.
Eu e mais um grupo de dois amigos ficamos debatendo sobre o assunto durante aproximadamente 15 minutos, enquanto o restante do pessoal da sala de aula, ou decidia sobre a organização do trabalho ou fazia vários nadas. Durante esses aproximados 15 minutos, tentamos chegar à conclusão do porque, exatamente, que seres humanos sentem atração em outros seres humanos tão facilmente, mas raramente em outras coisas.
O primeiro deles, que vou estar aqui chamando de "-B-", falou que isso era principalmente devido à sociedade- Percebam que ele disse "principalmente", e não "somente". De acordo com ele, a sociedade sempre nos impôs essa característica muito comum o que nos ajuda a perceber a atração sexual. O exemplo dele foi: Se um bebê fosse posto numa sala completamente fechada, com direito a recursos básicos para a sobrevivência, mas nunca visse um humano nem nada que pudesse lhe influenciar, e apenas pilhas... Ele sentiria atração sexual por pilhas.
Isso explica porque seres humanos se sentem atraídos por outros seres humanos, mas deixou em branco a explicação de porque algumas pessoas sentem atrações sexuais diferentes, como os balões citados anteriormente -Pesquise sobre Grim Looner que vão ver um exemplo disso.
Já o segundo deles, que vou estar aqui chamando de "-G-", se baseou em Aristóteles para responder à pergunta, enquanto ele dizia que, a grosso modo, seres humanos são apenas animais dotados de razão. Ele acrescentou ainda que uma das principais características dos animais -Logo de seres humanos também- Era a vontade deles de procriar e de continuar a progressão de sua espécie. Assim sendo, seres humanos estariam desde sempre tendo como um de seus objetivos principais a procriação.
Isso explicou muito bem o fator biológico e até contradiz a teoria sobre a sociedade ser a culpa majoritária dos nossos prazeres sexuais. Entretanto, também não explicou sobre a questão dos fetiches. Estes ainda hão de ser analisados por ninguém mais do que eu mesmo, quando eu entender de onde é que eu tenho que começar.
É interessante se fazer esse tipo de pergunta.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Eu não sou um blogger
Meu nome é Tiago Martins, sou um rapaz fisicamente incapaz de levantar caixas que pesem mais de quatro quilos, apresento alguns dos sinais de autismo, sou apaixonado por arte no geral e não sou um blogger.
Agora que já me apresentei, vou me apresentar.
Há certos momentos de nossas vidas em que devemos nos ater àquilo que temos. Eu certamente não creio que nada seja pertencente a mim. Na verdade, é louca a ideia de que um ser humano possa possuir coisas. Não possuímos nada. A única coisa que possuímos é a ideia de que temos aquilo que não temos. É por esse tipo de pensamento filosoficamente desnecessário que senti a necessidade de criar um blog para aqui guardar todos os tipos não só de conceitos que tenho, mas também todo tipo de progresso que acho que arquivei em meus recintos.
De vez em quando acho que vou explodir de tantos pensamentos estranhos que se acumulam. Na maioria das vezes esses pensamentos estranhos são ideias até razoáveis que acabam virando algum tipo de inspiração fulminante, que tomam cada parte do meu ser. Esse blog, na verdade, apesar de ser aberto ao público, não tem essa função. Isso aqui existe apenas para arquivar tudo aquilo que eu sei, ou que pelo menos acho que sei, além daquilo que acho que quero saber.
O fato é que, se és normal, não aconselho-te a folhear nada que aqui esteja presente. Em meus posts, não vou considerar postar assuntos regulares, apenas aquilo que engloba a minha vida como ser pensante. Na verdade, sinto que finjo demais ser normal. E finjo que me incomodo pouco com os outros serem normais. O mundo é muito normal e de vez em quando, um pouco de loucura não mata ser humano algum.
A vida regular é muito comum, muito tediosa. E quando você para um pouco sua rotina para pensar melhor nas coisas, percebe que "Felicidade e tristeza não são opostos, são como amor e ódio. Você pode amar alguém que você odeia. Nós vemos muito isso nas em algumas relações entre mãe e filho e marido e mulher. Por isso, o contrário do amor é na verdade a indiferença. Como o contrário de felicidade é tédio." (Timothy Ferriss)
O ponto final? Crio esse blog para publicar semanalmente, à medida do possível, não apenas reflexões mas também fatos da minha vida que acho que são interessantes a se apontar. Segunda parece ser um dia chato, então vai ser toda segunda mesmo. Hold yourself then, because the weirdness will go on.
Agora que já me apresentei, vou me apresentar.
Há certos momentos de nossas vidas em que devemos nos ater àquilo que temos. Eu certamente não creio que nada seja pertencente a mim. Na verdade, é louca a ideia de que um ser humano possa possuir coisas. Não possuímos nada. A única coisa que possuímos é a ideia de que temos aquilo que não temos. É por esse tipo de pensamento filosoficamente desnecessário que senti a necessidade de criar um blog para aqui guardar todos os tipos não só de conceitos que tenho, mas também todo tipo de progresso que acho que arquivei em meus recintos.
De vez em quando acho que vou explodir de tantos pensamentos estranhos que se acumulam. Na maioria das vezes esses pensamentos estranhos são ideias até razoáveis que acabam virando algum tipo de inspiração fulminante, que tomam cada parte do meu ser. Esse blog, na verdade, apesar de ser aberto ao público, não tem essa função. Isso aqui existe apenas para arquivar tudo aquilo que eu sei, ou que pelo menos acho que sei, além daquilo que acho que quero saber.
O fato é que, se és normal, não aconselho-te a folhear nada que aqui esteja presente. Em meus posts, não vou considerar postar assuntos regulares, apenas aquilo que engloba a minha vida como ser pensante. Na verdade, sinto que finjo demais ser normal. E finjo que me incomodo pouco com os outros serem normais. O mundo é muito normal e de vez em quando, um pouco de loucura não mata ser humano algum.
A vida regular é muito comum, muito tediosa. E quando você para um pouco sua rotina para pensar melhor nas coisas, percebe que "Felicidade e tristeza não são opostos, são como amor e ódio. Você pode amar alguém que você odeia. Nós vemos muito isso nas em algumas relações entre mãe e filho e marido e mulher. Por isso, o contrário do amor é na verdade a indiferença. Como o contrário de felicidade é tédio." (Timothy Ferriss)
O ponto final? Crio esse blog para publicar semanalmente, à medida do possível, não apenas reflexões mas também fatos da minha vida que acho que são interessantes a se apontar. Segunda parece ser um dia chato, então vai ser toda segunda mesmo. Hold yourself then, because the weirdness will go on.
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